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Lin Sant’Anna, Uberlândia- MG

Lin Sant’Anna, Uberlândia- MG

Meu nome é Lin Sant’Anna de Aguiar, tenho 52 anos de idade, tenho uma filha, sou fonoaudióloga e residente em Uberlândia – MG.

Diabética há 18 anos e portadora de outras comorbidades em decorrência desta – tenho sindrome metabólica. O que isso significa? Tenho, melhor dizendo, tinha: glicemia, triglicerídeos, colesterol ruim bem altos e praticamente sem controle; bem como gordura no figado (esteatose), nódulo benigno na tireóide e, ainda sob investigação, glaucoma. Mas nem tudo estava perdido.

O Projeto Reviver surgiu na minha vida, como Cristo surge nas nossas. A última esperança.
Em maio deste ano solicitei e tive uma com a endocrinologista que me acompanhava já há alguns anos. Precisava conversar com ela sobre meus exames que estavam muito alterados. Mas muito alterados mesmo. Neste período, antes desta consulta, tive dois episódios de tremores nas mãos que me deixaram muito impressionada. Eram diferentes de outros tremores comuns. Então procurei um neurologista, já decidida a fazer um check up completo para ver de verdade como estava minha saúde.

O neurologista solicitou exames laboratoriais, EEG e RX de tórax. Os exames resultaram normais. Nem de stress eu sofria. Então sobrou o diabetis e a obesidade. Ele encaminhou-me para uma endocrino e um cardiologista da clínica.

Nesse período, já início de junho, me convidaram a participar do projeto Reviver na cidade onde moro – Uberlândia – MG. Era uma pequena mostra de como podemos viver melhor aliando boa alimentação, através de regime natural integral vegetariano, e exercícios físicos. Exercícios físicos eu já fazia, mas a minha alimentação, realmente, deixava a desejar – alimentava-me de 3 em 3 horas usando laticínios, carnes e pão integral industrializado ( que NÂO é integral, é farinha branca enriquecida com grãos e conservantes ). Não conseguia emagrecer de forma satisfatória e ainda continuava com fome e as minhas taxas bem desorganizadas.

Eu fazia uso de muita medicação, como descrevo a seguir:

  • 10 ui de insulina regular adicionada a 50 ui de insulina NPH pela manhã;
  • 1cp de Natrilix SR + 1 cp de losartana 50mg pela manhã;
  • 1 cp de metiformina 850 mg + 1cp de AAS 100mg após o almoço;
  • 1cp de metiformina 850mg + 1cp de fenofibrato + 2 cp de atorvastatina de 20mg após o jantar.

Vou explicar de forma mais detalhada como foi essa experiência:

1º dia – Cheguei no parque da cidade onde marcamos de nos encontrar para tomar água com limão, orarmos e fazermos 15′ de exercícios – caminhada e alongamento. De pois nos encaminhamos para o desjejum. Minha glicose estava em 152. Depois fui para o trabalho e resolvi seguir a risca o que foi orientado pelo projeto – não ingerir nada entre as refeições, a não ser água. Cheguei para o almoço passando muito mal (trêmula, com enjoo e quase desfalecendo, como se estivesse numa crise hipoglicemica). Chequei a glicose que estava em 98. Não estava tendo hipoglicemia. O que percebi foi que o meu organismo estava viciado em altas doses de glicemia. Almocei e voltei ao trabalho. Retornei ao projeto para a janta. Quando fui dormir às 22:30 h, mais ou menos, medi a glicose e estava com 86 de glicemia. Fiquei com medo de tomar toda a dosagem de insulina que tomava nessa hora e apliquei-me 20 ui de insulina.

2º dia – Acordei com 84 de glicemia. Não tomei a insulina regular e apliquei-me somente 20 ui de insulina NPH.
Neste dia tive consulta com a nova endocrinologista e contei o que estava se passando comigo com o projeto, mas ela não deu muita atenção ao que eu falei e ainda me colocou que depois do projeto, quando voltaria a comer “normal” e de 3 em 3 horas novamente, fosse aumentando a insulina a medida que a glicemia também se elevasse. Enfim… não tinha muito o que discutir. Saí dali impressionada com os resultados que estava conseguindo e decepcionada com a médica. Mas, ao mesmo tempo, resolvi acreditar no que Deus estava me colocando, tão oportunamente, para vivenciar e prosseguir no projeto cada vez mais animada e colhendo sómente frutos bons.

Ao longo do projeto fui diminuindo a dosagem de insulina pela manhã e a noite até fixar em 10 ui de insulina nos respectivos horários.Mantive a nova forma de alimentar-me, aliando exercícios físicos, caminhada digestiva e ingestão de água somente duas horas após as refeições.

Minha filha me ajudou muito nesse processo me propondo fazer um “limpa” na dispensa logo após aquele final de semana. Ela tem sido minha grande incentivadora, até porque ela me intimou a não deixar mais esta dieta, pois o meu humor estava muito diferente. Ela conta que eu era muito instável, nervosa, sem paciência e por vezes explosiva. A diabetis causa estas alterações quando a glicemia está alterada. Ela praticamente estava sempre alterada, igual uma gangorra. E o meu estado nervoso da mesma forma.

  • Dia 27/06/2014, retornei na endocrinologista com cerca de 10 kg à menos (67,650 kg) e ela, então me propos que retirássemos a insulina e usássemos dois estimulantes pancreáticos após o café da manhã ( 1cp de Tryenta e 2 cp de Diamicron ). Caso houvesse hipoglicemia, eu deveria retirar 1 cp de Diamicron. Depois de uma semana retirei 1 cp de Diamicron.
  • Dia 20/07/2014, cheguei ao Sítio Candeias do Projeto Reviver para passar por desintoxicação ( 3 dias a base de sucos nutritivos, chás e terapias naturais, 1 dia de crus e 3 dias de reeducação alimentar natural integral vegetariana).
  • Hoje, dia 25/07/2014, estou no 5º dia do programa e meu 5º dia sem nenhum tipo de medicação para o diabetis. Estou usando apenas 1cp de Natrilix SR para controlar a pressão arterial que, quando não uso, fica em torno de 13/9.

O impressionante em todo esse relato é como as coisas foram acontecendo. Eu creio que o Espírito Santo me tocou para eu procurar me cuidar e colocou no meu caminho as “portas e janelas” para a cura dos meus males.

Para os céticos de plantão, por que falo que o Espírito de Deus me tocou? Fiz um check up apenas uma vez. Desta vez procurei fazer por conta própria. Além dos exames relatados, fiz muitos outros e decobri outros males que estavam tomando conta do meu corpo ( nódulo na tireóide e comprometimento das carótidas de 20-30% ). E, Coincidentemente? Chega o Projeto Reviver em Uberlândia com a proposta de alimentação natural integral vegetariana como fonte de cura, e eu, então, melhoro. Meu organismo reage favoravelmente a esta proposta – que é Bíblica. Deus deixou para nós as instruções. Uma proposta feita aos homens ainda no Jardim do Éden. Por que nos desviamos tanto? Por que acreditamos mais nos homens que em Deus, que nos criou e nos conhece em essência?

Estou deixando meu depoimento para incentivar aqueles quem sofrem de males tidos como crônicos e sem cura. Ouvir a voz de Deus e seguir os seus ensinamentos é a cura para os males que estão atormentando a humanidade. Diabetis, obesidade, cânceres e outras são produto de alimentação inadequeada ao ser humano. Males crônicos são passíveis de cura se tivermos fé em Deus, seguirmos seus ensinamentos e orientações, atitude e domínio próprio.

O Projeto Reviver não é um projeto de homens, mas de Deus para salvar a humanidade.

Fiquem com Deus e suas bençãos.

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